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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Celina da Piedade



Celina da Piedade é acordeonista, cantora, e compositora. Começou a estudar música aos 5 anos, e pouco tempo depois já actuava em público. Estudou no Conservatório de Setúbal, onde também deu aulas de acordeão. Licenciou-se em Património Cultural e pós-graduou-se em Estudos de Música Popular. Em 1998 conhece a Associação PédeXumbo, com quem colabora desde então e da qual é actualmente Presidente Honorária. No ano de 2000 integra o Cinema Ensemble de Rodrigo Leão, a quem acompanha desde então, tocando em todos os concertos e discos do compositor a esta partilha acrescentam-se  outras, Mayra Andrade (com quem tocou e para quem compôs "Mon Carroussel"), Né Ladeiras, Uxia, Ludovico Einaudi, Amor Electro, Gaiteiros de Lisboa, António Chainho, Dazkarieh, Viviane, Virgem Suta, Pedro Moutinho, Fernando Alvim, Dona Rosa, Samuel Úria, entre muitos outros, para além da participação em bandas sonoras para cinema, teatro e dança. Actualmente participa também no espectáculo humoristico e musical Homens da Luta. É uma das artistas mais emblemáticas do movimento de danças tradicionais europeias, que ganha público e espaço em Portugal desde a primeira edição do Festival Andanças em 1996. Ao longo destes anos participou como instrumentista e formadora em centenas de oficinas em torno da dança e da música tradicional. Dedica-se activamente ao estudo e divulgação do património musical alentejano. É co-autora do livro "I cadernos de dança do Alentejo", editado pela Associação PédeXumbo.
Quem já a viu em concerto, pisando palcos ao lado de Rodrigo Leão, Mayra Andrade ou Ludovico Einaudi, reconhece-lhe o imenso carisma.
 Celina da Piedade tem levado o seu acordeão até aos mais diferentes contextos e agora  apresenta-se a solo, com um disco recheado de surpresas.
 Algures entre as formas e cores tradicionais, com viagens pelas memórias das danças portuguesas e um sentir mais moderno e universalista, Celina desenha uma música cheia de alma e de personalidade, que, em palco, ganha com a sua formidável presença.
 É este álbum que tem o sugestivo nome Em Casa que está a ser apresentado.
 No acordeão e ao microfone, Celina é um tesouro que agora urge descobrir no centro do palco.

Site Oficial: http://www.celinadapiedade.com/

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Um Corpo Estranho


Um dos mais recentes projectos musicais de Setúbal nasceu pelas mãos de João Mota e Pedro Franco que se definem “como contadores de anti-estórias e são eles as duas metades deste agente sonoro que, em pleno processo simbiótico, se propõe alojar nos nossos ouvidos com a intenção assumida de nos legar alguns fantasmas que acreditam ser comuns a todos.”

Editarem, em 2012, sob o selo da Experimentáculo Records, o EP com homónimo que pode ser escutado aqui: http://umcorpoestranho.bandcamp.com/.

No próximo mês de Fevereiro, irão lançar o seu primeiro álbum intitulado “De Não Ter Tempo” e no dia 21 darão um concerto de apresentação na Fábrica de Braço de Prata, em Lisboa.

Deixamos aqui o comunicado de imprensa que a Lusa circulou esta semana pelos órgãos de comunicação nacionais:

Um Corpo Estranho editam álbum de estreia em fevereiro

O grupo português Um Corpo Estranho edita em fevereiro o álbum de estreia, intitulado "De não ter tempo", que apresentará ao vivo em Lisboa, foi hoje anunciado.

Pouco mais de um ano depois de terem lançado um EP, homónimo, Pedro Franco e João Mota lançam agora, em edição independente, o primeiro álbum, que conta com a participação da acordeonista Celina da Piedade. Grande parte dos temas do EP foram recuperados para "De não ter tempo", aos quais se junta ainda uma versão de "Vem (além de toda a solidão)", dos Madredeus, dando consistência a uma certa portugalidade assumida pela banda.

Pedro Franco e João Mota são de Setúbal, conhecem-se desde a adolescência e passaram por várias bandas até formarem Um Corpo Estranho, em 2009. Em 2013 integraram a coletânea Novos Talentos FNAC e compuseram para o espetáculo "A Almofada da Paula", inspirado na obra da pintora Paula Rego, que se estreou na Casa das Histórias, em Cascais.

Em "De não ter tempo", Pedro Franco e João Mota tocam guitarra, ukulele, banjo, theremin, percussões e serrote musical, fazendo-se acompanhar do Corpos Ensemble, com os músicos Rui David, Sérgio Mendes e Vítor Coimbra.

O concerto de apresentação do álbum de estreia está marcado para 21 de fevereiro, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

Sítio: http://www.umcorpoestranho.com/

domingo, 12 de janeiro de 2014

Mazgani

Shahryar Mazgani nasceu em 1974 no Irão, mas em 1979 chegou a Setúbal depois de ter sido forçado a acompanhar os seus pais que abandonaram o seu pais devido à revolução islâmica. Licenciou-se em Direito, trabalhou como fotógrafo, fez crítica de cinema e aos trinta anos decidiu dedicar-se à musica. 

Biografia oficial

Mazgani deu início à sua carreira com a edição do álbum “Song of the new heart” no final de 2007. Um debut aclamado pela crítica especializada, com grandes canções, de belas melodias e uma poesia que dificilmente se enquadraram no facto de ser somente um primeiro disco.

A revista de renome “Les Inrockuptibles”, em França, deu logo a sua opinião: Mazgani foi considerado um dos 20 melhores novos artistas musicais da Europa. No final de 2008, o International Songwriting Competition, onde figuram nomes como Tom Waits e Jerry Lee Lewis no painel de juízes, premiou com o terceiro lugar o tema “Somewhere Beneath The Sky”. Concorreram a esta competição 16,000 artistas de todo o mundo.

2009 foi um ano repleto de actividade: o lançamento do EP “Tell the People” – uma edição Optimus Discos, e a edição internacional “Ladies and gentleman, introducing Mazgani”. Esta colectânea reúne os 5 temas do EP “Tell the People” e 5 temas do primeiro álbum, bem como o tema inédito “Slaughterhouse of Love”. Este lançamento foi motivo de várias digressões pelo BeNeLux e Escandinávia, incluindo um showcase no Festival Eurosonic em Janeiro 2010.

Em Abril de 2010, Mazgani lançou aquele que é o seu segundo disco de originais “Song of Distance”. A ambição era encontrar a paixão e a verdade de cada desempenho, a vida de cada canção. O resultado é um disco despojado e nú, que expõe uma voz que canta a solidão dos grandes amores, a falta, a queda e a urgência. Song of Distance entra para o top 20 de vendas do chart da AFP, Mazgani dedica-se à estrada, actua pelo país e também lá fora, pela Holanda, Escandinávia, no Europavox em França; o disco é recomendado em várias listas dos melhores do ano no final de 2010.

Mazgani inícia 2011 com uma tournée internacional por Espanha, França e Holanda, com um regresso a casa num concerto esgotado no Teatro Aberto em Lisboa. A tournée é documentada para um futuro “road movie” de Rui Pedro Tendinha, “Estrada para Mazgani”. Entretanto, antes do final de 2011, Song of Distance – esgotado no território nacional – é reeditado numa edição orientada para o mercado Alemão, através da distribuidora Broken Silence.

Em Abril de 2013 o singer-songwriter lançou o seu novo disco, “Common Ground” , produzido por John Parish com a colaboração de Mick Harvey, e integralmente gravado e misturado em Bristol, Inglaterra.

O EP "Tell the People" encontra-se disponível para download em: http://optimusdiscos.pt/discos/artistoptimusdiscos/tell-the-people

Entrevista ao Programa "Bairro Alto" da RTP2.

Site oficial: www.mazgani.com