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domingo, 26 de maio de 2019

Aposento de Setúbal



É objectivo desta publicação, divulgar o HISTORIAL TAURINO DE SETÚBAL.

Sem pretensiosimos, pretende-se que o conteúdo interesse dos aficionados à FESTA dos TOIROS, como todos aqueles que tenham o gosto pelo conhecimento dos factos mais relevantes das gerações ancestrais.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Vilegiatura Marítima em Setúbal




Título: Vilegiatura Marítima em Setúbal
Subtítulo: Do Século XIX ao Início do Século XX
Autor: Inês Gato de Pinho
Edição: LASA - Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão
Ano: 2010

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Setúbal na História


Título: Setúbal na História
Autor: Vários
Edição: LASA
Ano: 1990

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Crónicas Sadinas



Autor: João Francisco Envia
Editor: Autor
Ano: 1996

Apresentação

Pela terceira vez no espaço de quatro anos - circunstâncias que demonstra, delde logo um assinalável regularidade -, João Francisco Envia apresenta-nos  com um novo livro sobre Setúbal. Crónicas Sadinas é o título agora escolhido numa sequência pensada e articulada em relação aos anteriores: Defendendo Setúbal (1992 e Setúbal do Passado e do Presente (1994). Fica assim constituído, em 196, um primeiro tríptico de letras que, à semelhança dos dois triptícos que enobrecem a Sala Nobre da Câmara Municipal de Setúbal, permitem, de algum modo, perpetuar memórias, fixar tradições, retratar aspectos e vivências do quotidiano.

Na verdade, a própria organização interna do livro, que ora se publica desvenda o olhar multifaceteado que o seu autor lança sobre a realidade do meio a que pertence e em que vive: artigos de opinião, evocações históricas de figuras e de factos do passado, intervenções personalizadas sobre problemas vários da realidade social, política e associativa de Setúbal, são os painéis da história que João Envia com paciência compõe, feitos de artigos publicados regularmente em jornal da cidade a par de muitos outro inéditos.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Bocage: Poesias Eróticas, Burlescas e Satírcas



Título: Poesias Eróticas, Burlescas e Satíricas
Autor: Bocage
Editora: Mocho
Ano: 1979

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Monografia da Freguesia de S. Julião



Título: Monografia da Freguesia de S. Julião
Coordenação: M.ª Conceição Quintas
Editora: Junta de Freguesia de S. Julião
Ano: 1993

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Setúbal, Palmela e Azeitão vistas por estrangeiros


Título: Setúbal, Palmela e Azeitão Vistas por Estrangeiros
Subtítulo: A Época de Bocage
Organização, Prefácio e Notas: Daniel Pires
Colecção: Clássicos de Setúbal nº 3
Editor: Centro de Estudos Bocageanos

A presente obra visa coligir os testemunhos de estrangeiros que visitaram Setúbal, Palmela e Azeitão na época de Bocage, situando-se, deste modo, o seu escopo temporal na segunda metade do século XVIII, mais concretamente entre 1766 e 1800.
Nesta antologia encontram-se textos de oito autores: Dumouriez e Marquês de Bombelles (franceses), Janet Schaw e Arthur Costigan (escoceses), James Murphy (irlandês), Heinrich Friedrich Link (prussiano) Carl Israel Ruders (sueco) e José Cornide (espanhol).

sábado, 31 de maio de 2014

Novo fenómeno urbano - Aglomeração de Setúbal



Título: Novo fenómeno urbano - Aglomeração de Setúbal
Subtítulo: Ensaio de Sociologia Urbana
Autor: Carlos Vieira de Faria
Editora: Assírio e Alvim
Ano: 1980

sábado, 17 de maio de 2014

Subsídios para a História do Jornalismo Setúbalense


Título: Subsídios para a História do Jornalismo Setúbalense
Subtítulo: Edição comemorativa do Centenário do 1º Jornal Impresso em Setúbal (1855-1955)
Autor: F. Henriques de Jesus
Editora: Câmara Municipal de Setúbal
Ano: 1955

sábado, 15 de março de 2014

Rendas de Setúbal



Título: Rendas de Setúbal
Autor: José Marques Costa
Editora: Junta Distrital de Setúbal
Ano: 1962

quinta-feira, 6 de março de 2014

Tabernas - Lugares de Encontro e Solidão em Setúbal


Título: Tabernas - Lugares de Encontro e Solidão em Setúbal
Autor: Maurício Abreu
Editor: Edição do Museu do Trabalho / Câmara Municipal de Setúbal
Ano: 1990

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Liceu de Bocage - Setúbal: Histórias e Memórias

Título: Liceu de Bocage - Setúbal: Histórias e Memórias (1857-1974)
Autor: FIGUEIRA, Manuel Henrique
Editora: Autor
Ano: 2007

Nota de apresentação

Neste ano de 2007, faz cento e cinquenta anos, desde a sua criação em 1857, o Liceu Bocage. Deste modo o relembrar, em nova edição, o percurso multifacetado e rico de acontecimentos marcantes desta Instituição é motivo de muita satisfação para os que conhcem e para a comunidade setubalense em geral.

Considerada pelo autor como uma Instituição "sui generis" no seio dos liceus portugueses, isso deve-se muito à acção dos sete reitores e arquitectos que, imbuídos de uma cultura institucional muito respeitada e prestigiada socialmente desde a primeira metade do século XX, souberam alcançar objectivos numa luta persistente, muitas vezes com visão para além do imediato.

Desde o primeiro reitor que lutou com a adversidade em prol de uma Instituição oficial, digna e de reconhecimento, à acção de todos os outros e com certeza também de todos os profissionais que nela trabalharaam, foram muitos os que contribuíram para que mantivesse ao longo dos tempos o respeito de todos.

A Escola Secundária de Bocage assume desígnios de uma Escola com sólidas raízes no que foi o sistema educativo do Liceu de Bocage, num percurso que se pretende continue de profissionalismo e qualidade. Numa constante adaptação às dinâmicas geradas por uma sociedade em que as diferenças entre as gerações se acentuam e onde a formação tem papel preponderante para além das aprendizagens ligadas ao prosseguimento de estudos, a Escola assume também papel importante no ministrar de cursos à população adulta. Nesta a noutras áreas, assim como em várias metas do seu projecto educativo, quer estar na vanguarda.

As Instituições atravessam fases ditadas pelos contextos políticos e sociais. Actualmente os desafios ditam-se entre a tradição e a modernidade. Modernidade esta que confronta os profissionais da Educação com uma heterogeneidade de factores ligados, por um lado, a problemas de génese social e educacional, e por outro lado, a problemas do próprio sistema do ensino em mutação. No entanto, os profissionais de hoje, como os de ontem, saberão sdar resposta aos desafios dos tempos actuais e dar continuidade aos novos projectos educativos, alicerçando o seu trabalho nos valores e na identidade de uma instituição centenária que tanto orgulho nos confere.

(Post original de 15 de Maio de 2011)


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Setúbal - Roteiros Republicanos



Título: Setúbal - Roteiros Republicanos
Autor: AFONSO, Albérico
Editora: QUIDNOVI
Ano: 2010

Introdução
Albérico Afonso


O Roteiro Republicano de Setúbal é uma iniciativa editorial da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.
A solicitação que nos foi feita para coordenar esta investigação constituiu para nós um desafio que aceitámos com agrado, porquanto configurou uma oportunidade de, de forma sistematizada, proceder ao estudo da Setúbal republicana. O lapso temporal que será objecto desta publicação situar-se-á entre as últimas décadas do século XIX, em que já se pressentem os primeiros rumores do ideal republicano na cidade, e a imposição da Ditadura Militar.
Quando se trabalha a História local é-se muitas vezes levado a exagerar a importância da sua contribuição para a História geral do país. No caso vertente, contudo, não estaremos perante qualquer sobrevalorização ao afirmar-se que a República tem, por várias vezes, o seu destino marcado em território setubalense. De facto, foi aqui que o X Congresso do Partido Republicano decidiu em 1909 a via insurreccional para a tomada do poder. Foi aqui que a República bateu à porta no dia 4 de Outubro, antes mesmo de ser declarada vencedora em Lisboa. Finalmente, foi aqui que se consumou a ruptura entre o movimento operário e o regime que agora se comemora, com o assassinato, pela polícia, de uma operária conserveira e de um moço dessa mesma indústria. Esse divórcio revelar-se-ia, aliás, não só profundamente litigioso como também absolutamente letal para a defesa da República, quando sopraram ventos adversos.
Esta é a primeira investigação de conjunto que tenta sistematizar aspectos fundamentais da História social e política da cidade de Setúbal durante este período. Através dela entenderemos a intensidade com que o novo regime foi vivenciado pela cidade que o aguardou com impaciência e o festejou como se tivesse chegado a sua hora. Esta vivência foi muito para além dos 16 anos deste ciclo político iniciado em 5 de Outubro de 1910 e interrompido em 28 de Maio de 1926.
De facto, desde finais do século XIX que Setúbal, insatisfeito com 3 seu jovem proletariado reivindicativo e lutador, com o seu funcionalismo pequeno-burguês, com os seus pequenos comerciantes e industriais, se mobiliza, intervém e contribui para a construção de um processo de republicanização antes da República.
Percorrer o tempo que antecedeu a tomada do poder é sentir esse pulsar. É ouvir as bandas que ecoaram nas ruas aquando do Ultimato, ou dos comícios do PRP em que participaram milhares de pessoas; é ler as descrições dos muitos jornais que chegavam às barcas com notícias das greves que um proletariado sobre-explorado levava a cabo num braço-de-ferro duríssimo com o patronato, gerando um clima de agitação social que propicia a mudança; e perceber a teia de solidariedades entre anarco-sindicalistas e republicanos com saudações fraternais mútuas.
Só a conjugação de todos esses elementos justifica os acontecimentos do dia 4 de Outubro e da noite que se lhe seguiu, quando se atearam incêndios na esquadra da polícia e nos conventos.
A análise do período republicano, à medida que os anos se foram cumprindo, evidenciará, por outro lado, um contraciclo de esperança. A República falhará o seu projecto de reforma social que antes havia levantado como bandeira. Mais do que isso, reprimira os seus antigos aliados. 
E se isso é evidente em todo o país, será aqui especialmente ser- tido, dado estarmos perante uma mancha urbana em que as fábricas ocupam um especialíssimo volume. Por isso mesmo os 16 anos republicanos testemunharão várias greves gerais e movimentos insurreccionais.
Dada a sua riqueza, este é um período que reclama um aprofundamento da investigação. Há que resgatar do esquecimento as traves-mestras do tempo republicano setubalense.
Mas não só. A investigação sobre a etapa de consolidação da Ditadura Militar exige o recurso a novas fontes, no sentido de esclarecer a participação das elites sindicais e republicanas no novo poder emergente; descodificar o papel desempenhado por alguns sectores republicanos locais nas redes reviralhistas de oposição ao novo regime será, de igual modo, necessário para a completa compreensão da mudança operada com o golpe militar.
Finalmente resta-nos esperar que este estudo contribua pari recuperar um pedaço desta memória urbana, cívica, social e política, que o Estado Novo, o tempo e a inércia tentaram apagar. A cidade merece conhecer o seu passado. Foi aqui que a República se projectou no futuro em 1909, no teatro D. Amélia na Av. Luísa Todi.
E foi também aqui que a República inverteu a sua marcha, na mesma avenida, quando as primeiras balas foram disparadas contra o movimento operário. Nessa data, o apoio popular ao regime implantado com a fibra da esperança começou o seu fim. Deste modo, o nascimento, e de certa maneira, a morte do regime republicano tiveram lugar precisamente na cidade de Setúbal.
Quem não cuida do passado não prepara o futuro. O esquecimen¬to é a pior de todas as condenações. Se esta publicação devolver à cidade parte da memória dos dias que nela se cumpriram, realizou o seu intento.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Setúbal, à la minute


Título: Setúbal à la minute
Autor: LOPES, José Manuel Madureira
Ano: 1999
Preço: 37.77€

Prefácio

A obra que aqui se deixa para a posteridade, pretende apenas e tão só, divulgar através do Bilhete Postal Ilustrado, os vários aspectos (arquitectónicos, paisagísticos, urbanísticos e sociais entre outros) que influenciaram a Cidade de Setúbal ao longo dos tempos. 
Não temos a veleidade de historiar Setúbal, não só por reconhecida incapacidade pessoal, como também porque outros ilustres setubalenses, desde Alberto Pimentel a Almeida Carvalho, da Falcão Machado a Fran Paxeo, de José Maria da Rosa Albino a Luís Gonzaga do Nascimento, de Manuel Maria Portela a Marques da Costa, e tantos outros o fizeram.
Não eria sido possível a realização deste nosso sonho sem os valiosos préstimos e estímulo que nos proporcionaram o acesso ao conhecimento e ao saber acerca da nossa querida Cidade.
No entanto, e sem desprimor para todos os outros, não podemos deixar de recordar os senhores Américo Ribeiro, António dos Santos, Dr. Cabral Adão, Dr. Carlos Tavaes da Silva, Engº Henrique Cabeçadas e Dr. Rogério Claro.
Cabe aqui uma referência muito especial à grande setubalense e amiga Professora Doutora Maria da Conceição Quintas, que desde a primeira hora se prontificou a materializar este nosso sonho.
Não é fácil para um setubalense, natural ou por adopção, que ama a sua terra propor-se a esta árdua tarefa, não pelo trabalho que a envolve (quem corre por gosto não cansa), mas sim pela responsabilidade perante as gerações vindouras e pela nostalgia que se apodera de nós ao contemplarmos os bilhetes postais e estabelecermos inevitáveis paralelismos com os tempos actuais.
Como era a nossa Arrábida…, como era o nosso Rio (azul) Sado e o seu estuário…, como era a nossa Tróia…, enfim, como era a nossa Cidade!
Não vamos pensar, nem queremos, que as coisas sejam estáticas! As sociedades crescem e modificam-se, evoluem. É o progresso! Como todas as vantagens e inconvenientes que dele advêm!
Por isso, ao analisarmos pormenorizadamente os postais ilustrados, verificamos a existência de espaço e liberdade de circulação, de festas genuínas, de zonas verdes, de respeitabilidade, de toda uma vida que brota daqueles pequeninos rectângulos de papel.
Daí o pensarmos que esta obra poderá também servir para sensibilizar, de alguma maneira, os leitores no sentido da preservação da riqueza ambiental, cultural e patrimonial, que nos é mostrada pelos bilhetes postais ilustrados que vos apresentamos.
Se este livro corresponder às expectativas, e para isso se contará com a compreensão e benevolência dos leitores, creiam que o autor ficará eternamente grato.

Autor
José Manuel Madureira Lopes
Nasceu em Setúbal no Bairro das Fontainhas, a 21 de Setembro de 1950. Concluíu o curso industrial na Escola Industrial e Comercial de Setúbal, tendo posteriormente frequentado o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.
É projectista de máquinas numa empresa de electrodomésticos sediada nos arredores de Setúbal.
Fez parte, como acordeonista, do rancho folclórico setubalense “Serra e Mar” e do conjunto típico setubalenses “Os Galés”. Tem realizado e participado com peças da sua colecção em vários eventos, desde a Feira de Santiago ao Vitória de Setúbal Futebol Clube, passando pelas exposições “Amar Setúbal Coleccionando” na Câmara Municipal de Setúbal e “Album Fotográfico de Setúbal – Tempo de Pioneiros” no Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal.
No movimento associativo, foi membro da Direcção de várias associações culturais, desportivas e recreativas.

Em homenagem ao distinto e saudoso fotógrafo setubalense Américo Ribeiro, responsabilizou-se pela feitura e edição do livro “Um tesouro guardado – Setúbal d’outros tempos.”

domingo, 8 de dezembro de 2013

História da Família Alonso



A fábrica de conservas, sita na Rua Almeida Garrett, que ficou, popularmente conhecida, como a dos "Espanhóis do Bonfim" e foi criada pela família Alonso que tinha outras unidades fabris na Galiza. Na década de 20 do século passado, esta empresa deslocalizou parte da sua produção para a cidade de Setúbal. 
Fonte: http://www.palaciodeoriente.es/

domingo, 22 de maio de 2011

Setúbal à la minute


Título: Setúbal à la minute
Autor: LOPES, José Manuel Madureira
Ano: 1999

Prefácio
A obra que aqui se deixa para a posteridade, pretende apenas e tão só, divulgar através do Bilhete Postal Ilustrado, os vários aspectos (arquitectónicos, paisagísticos, urbanísticos e sociais entre outros) que influenciaram a Cidade de Setúbal ao longo dos tempos. 
Não temos a veleidade de historiar Setúbal, não só por reconhecida incapacidade pessoal, como também porque outros ilustres setubalenses, desde Alberto Pimentel a Almeida Carvalho, da Falcão Machado a Fran Paxeo, de José Maria da Rosa Albino a Luís Gonzaga do Nascimento, de Manuel Maria Portela a Marques da Costa, e tantos outros o fizeram.
Não eria sido possível a realização deste nosso sonho sem os valiosos préstimos e estímulo que nos proporcionaram o acesso ao conhecimento e ao saber acerca da nossa querida Cidade.
No entanto, e sem desprimor para todos os outros, não podemos deixar de recordar os senhores Américo Ribeiro, António dos Santos, Dr. Cabral Adão, Dr. Carlos Tavaes da Silva, Engº Henrique Cabeçadas e Dr. Rogério Claro.
Cabe aqui uma referência muito especial à grande setubalense e amiga Professora Doutora Maria da Conceição Quintas, que desde a primeira hora se prontificou a materializar este nosso sonho.
Não é fácil para um setubalense, natural ou por adopção, que ama a sua terra propor-se a esta árdua tarefa, não pelo trabalho que a envolve (quem corre por gosto não cansa), mas sim pela responsabilidade perante as gerações vindouras e pela nostalgia que se apodera de nós ao contemplarmos os bilhetes postais e estabelecermos inevitáveis paralelismos com os tempos actuais.
Como era a nossa Arrábida…, como era o nosso Rio (azul) Sado e o seu estuário…, como era a nossa Tróia…, enfim, como era a nossa Cidade!
Não vamos pensar, nem queremos, que as coisas sejam estáticas! As sociedades crescem e modificam-se, evoluem. É o progresso! Como todas as vantagens e inconvenientes que dele advêm!
Por isso, ao analisarmos pormenorizadamente os postais ilustrados, verificamos a existência de espaço e liberdade de circulação, de festas genuínas, de zonas verdes, de respeitabilidade, de toda uma vida que brota daqueles pequeninos rectângulos de papel.
Daí o pensarmos que esta obra poderá também servir para sensibilizar, de alguma maneira, os leitores no sentido da preservação da riqueza ambiental, cultural e patrimonial, que nos é mostrada pelos bilhetes postais ilustrados que vos apresentamos.
Se este livro corresponder às expectativas, e para isso se contará com a compreensão e benevolência dos leitores, creiam que o autor ficará eternamente grato.

Autor
José Manuel Madureira Lopes
Nasceu em Setúbal no Bairro das Fontainhas, a 21 de Setembro de 1950. Concluíu o curso industrial na Escola Industrial e Comercial de Setúbal, tendo posteriormente frequentado o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.
É projectista de máquinas numa empresa de electrodomésticos sediada nos arredores de Setúbal.
Fez parte, como acordeonista, do rancho folclórico setubalense “Serra e Mar” e do conjunto típico setubalenses “Os Galés”. Tem realizado e participado com peças da sua colecção em vários eventos, desde a Feira de Santiago ao Vitória de Setúbal Futebol Clube, passando pelas exposições “Amar Setúbal Coleccionando” na Câmara Municipal de Setúbal e “Album Fotográfico de Setúbal – Tempo de Pioneiros” no Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal.
No movimento associativo, foi membro da Direcção de várias associações culturais, desportivas e recreativas.

Em homenagem ao distinto e saudoso fotógrafo setubalense Américo Ribeiro, responsabilizou-se pela feitura e edição do livro “Um tesouro guardado – Setúbal d’outros tempos.”

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Vultos Setubalenses


Título: Vultos Setubalenses
Autor: CORREIA, Ricardo
Editora: do Autor
Ano: 1986

domingo, 1 de maio de 2011

Cazas de Commercio


Título: Cazas de Commercio - Lojas Antigas de Setúbal
Autor: ABREU, Maurício
Editora: Museu de Setúbal - Convento de Jesus, Museu do Trabalho / C. M. Setúbal
Ano: 1991

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Casas e Ruas na História de Setúbal


Título: Casas e Ruas na História de Setúbal
Autor: Carlos Tavares da Silva, João Rosa Viegas
Editora: Junta Distrital de Setúbal
Ano: 1977-78

terça-feira, 26 de abril de 2011

O Distrito de Setúbal



Título: O Distrito de Setúbal
Autor: Faria, Guilherme [dir.]
Editora: Boletim da Indústria e do Comércio de Conservas
Ano: 1930